Durante a coleta são realizadas as determinações do pH, da temperatura ambiente, da amostra e do rio, condutividade e oxigênio dissolvido. As determinações de campo são realizadas em recipientes separados daqueles que serão enviados ao laboratório, evitando-se assim possíveis contaminações.
Para a determinação do pH, utiliza-se um pH metro portátil, a determinação da temperatura ambiente e do rio é medida através de um termômetro de álcool, com escala entre 0ºC e 50ºC, a condutividade e a temperatura da amostra são realizadas por meio de um medidor de condutividade portátil e o oxigênio dissolvido é determinado utilizando-se um oxímetro portátil.
Todos os equipamentos utilizados são calibrados antes da coleta, e leva-se em campo as soluções de calibração dos equipamentos.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Metodologia - Plano de Amostragem
Antes da realização das atividades de campo semanais, elaborou-se um planejamento com o objetivo de definir as práticas de coleta, preservação, manuseio e transporte das amostras, de modo a assegurar a obtenção de todas as informações necessárias de forma mais precisa, com os materiais e equipamentos disponíveis.
Coleta de Amostras e Procedimentos de Campo
Para coleta são utilizados frascos de 1 litro de polietileno com tampa tipo auto-lacráveis. Portanto, são resistentes, quimicamente inertes e permitem uma vedação perfeita.
Todos os frascos são submetidos a limpeza comum ou quando necessário, a específica, como descrito nos procedimentos abaixo.
Limpeza Comum
Esvaziar o frasco;
Lavar e escovar o frasco e a tampa com detergente neutro e escovar o fraco internamente. Se o material estiver muito sujo deixar de molho pelo menos 24 horas;
Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água de torneira;
Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água destilada e/ou deionizada;
Deixar os frascos e as tampas invertidas para escoar a água.
Limpeza Específica
Opção I – Encher o frasco com solução de ácido nítrico a 2,5%, deixar de molho por 24 horas; enxaguar com água deionizada pelo menos cinco vezes;
Opção II – Colocar solução de ácido nítrico 1:1 até metade do frasco, agitar, esvaziar e enxaguar pelo menos cinco vezes com água deionizada; repetir com solução de ácido clorídrico 1:1, enxaguando por pelo menos mais cinco vezes com água deionizada.
Preservação das Amostras
As técnicas de preservação de amostras são essenciais para minimizar alterações das amostras. Para realização da técnica, utiliza-se a adição de agentes químicos e a refrigeração.
A adição de agentes químicos é um método de preservação oferece o maior grau de estabilização da amostra e por maior espaço de tempo. Quando o pH da amostra é menor que 2, o(s) frasco(s) poderá(ão) ser tampados para transporte, caso o pH da amostra for maior que 2, este é levado a pH menor que 2. Para tanto, utiliza-se ácido nítrico concentrado até que o pH seja menor que 2.
Após preservação com ácido nítrico, o(s) frasco(s) é acomodado em uma caixa de isopor com gelo. Mantém-se as amostras entre 1°C e 4°C, para preservar a maioria das características físicas e químicas. Ressalta-se que o gelo não entra em contato com as amostras.
Identificação da Amostra e Documentação
Os pontos de coleta são detalhadamente descritos na ficha de coleta, incluindo a localização; condições hidrológicas; condições meteorológicas no dia da coleta e nas ultimas 24 horas.Todo o procedimento da coleta é documentado inclusive com fotos. Cada amostra (um ou mais frascos) é acompanhada de uma ficha de coleta.
Procedimentos para coleta de amostras de águas superficiais para ensaios físico-químicos
Para realizar a coleta, segue-se a NBR 9898/1987:
Coleta de Amostras e Procedimentos de Campo
Para coleta são utilizados frascos de 1 litro de polietileno com tampa tipo auto-lacráveis. Portanto, são resistentes, quimicamente inertes e permitem uma vedação perfeita.
Todos os frascos são submetidos a limpeza comum ou quando necessário, a específica, como descrito nos procedimentos abaixo.
Limpeza Comum
Esvaziar o frasco;
Lavar e escovar o frasco e a tampa com detergente neutro e escovar o fraco internamente. Se o material estiver muito sujo deixar de molho pelo menos 24 horas;
Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água de torneira;
Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água destilada e/ou deionizada;
Deixar os frascos e as tampas invertidas para escoar a água.
Limpeza Específica
Opção I – Encher o frasco com solução de ácido nítrico a 2,5%, deixar de molho por 24 horas; enxaguar com água deionizada pelo menos cinco vezes;
Opção II – Colocar solução de ácido nítrico 1:1 até metade do frasco, agitar, esvaziar e enxaguar pelo menos cinco vezes com água deionizada; repetir com solução de ácido clorídrico 1:1, enxaguando por pelo menos mais cinco vezes com água deionizada.
Preservação das Amostras
As técnicas de preservação de amostras são essenciais para minimizar alterações das amostras. Para realização da técnica, utiliza-se a adição de agentes químicos e a refrigeração.
A adição de agentes químicos é um método de preservação oferece o maior grau de estabilização da amostra e por maior espaço de tempo. Quando o pH da amostra é menor que 2, o(s) frasco(s) poderá(ão) ser tampados para transporte, caso o pH da amostra for maior que 2, este é levado a pH menor que 2. Para tanto, utiliza-se ácido nítrico concentrado até que o pH seja menor que 2.
Após preservação com ácido nítrico, o(s) frasco(s) é acomodado em uma caixa de isopor com gelo. Mantém-se as amostras entre 1°C e 4°C, para preservar a maioria das características físicas e químicas. Ressalta-se que o gelo não entra em contato com as amostras.
Identificação da Amostra e Documentação
Os pontos de coleta são detalhadamente descritos na ficha de coleta, incluindo a localização; condições hidrológicas; condições meteorológicas no dia da coleta e nas ultimas 24 horas.Todo o procedimento da coleta é documentado inclusive com fotos. Cada amostra (um ou mais frascos) é acompanhada de uma ficha de coleta.
Procedimentos para coleta de amostras de águas superficiais para ensaios físico-químicos
Para realizar a coleta, segue-se a NBR 9898/1987:
- Antes de iniciar a coleta, colocar as luvas e o óculos de proteção.
- Com o termômetro, medir a temperatura da amostra e anotar o valor na ficha de identificação.
- Introduzir o pH metro portátil e medir o pH da amostra.
- Colocar um pouco da amostra no(s) frascos de coleta e enxágua-los por 3 vezes.
- Encher o(s) frasco(s) de coleta até o volume aproximado de um litro. Se o pH da amostra for menor que 2, o(s) frasco(s) poderá(ão) ser tampado(s) para transporte.
- Caso o pH da amostra seja maior que dois, este deverá ser levado a pH menor que 2. Para tanto, deve-se gotejar gotas de ácido nítrico no(s) frasco(s) com a amostra, tampar o(s) frasco(s) e agitar a amostra para medir o pH. Se o pH continuar maior que 2, deve-se repetir o gotejamento do ácido na amostra até que o pH seja menor que 2.
- Acomodar o(s) frasco(s) de coleta dentro da caixa de isopor com bastante gelo picado, fechando-a em seguida. Manter a caixa de isopor ao abrigo de luz e do calor excessivo
Metodologia - Descrição dos Métodos Utilizados
Segundo a Resolução nº. 357, de 17 de Março de 2005, que dispõe sobre a classificação dos corpos de água e estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, a água a ser coletada é enquadrada como classe 2, ou seja, águas que podem ser destinadas:
a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional;
b) à proteção das comunidades aquáticas;
c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, conforme Resolução CONAMA Nº. 274 de 2000;
d) à irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os quais o público possa vir a ter contato direto; e
e) à aqüicultura e à atividade de pesca (CETESB, 2007).
Pode-se considerar que, em relação ao ambiente, a água levanta algumas preocupações essenciais, nomeadamente no que diz respeito à limitação dos recursos e às conseqüências dessa limitação para as atividades humanas, bem como à manutenção da qualidade da água perante as condições do aumento da procura. Outra preocupação resulta da relação direta que existe entre a saúde e a água, particularmente no que respeita às doenças associadas à insuficiência da água, quer qualitativa, quer quantitativa.
As doenças decorrentes da água são classificadas em doenças de origem hídrica (decorrente da presença de metais pesados, por exemplo) e de veiculação hídrica (gastroenterites, amebíases, hepatite, leptospirose, etc.). A poluição ambiental por microorganismos e por agentes tóxicos é uma realidade preocupante e crescente, e é causada pelo desrespeito aos bens naturais que se manifesta de diversas formas, como o lançamento direto ou indireto de despejos domésticos e agropecuários sem tratamento ou após tratamentos ineficazes; deposição inadequada desses resíduos, muitas vezes de maneira clandestinamente (MANUAL TÉCNICO PARA COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA, 2009).
Como em qualquer análise laboratorial, a coleta adequada das amostras é de fundamental importância para garantir representatividade, consequentemente, resultados confiáveis. É importante salientar que, devido às constantes alterações ambientais, não existem amostras iguais; dessa forma, o planejamento da coleta deve ser criterioso para fornecer quantidade de amostras suficiente para a realização de todos os testes requeridos.
Os procedimentos realizados para a coleta das amostras de águas dos 11 pontos deste projeto, utiliza como referências suplementares as seguintes Normas Brasileiras Registradas (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Standard Methods for Water and Wastewater, 21 ed.:
NBR 9896 – Glossário de poluição das águas - AGO 1993;
a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional;
b) à proteção das comunidades aquáticas;
c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, conforme Resolução CONAMA Nº. 274 de 2000;
d) à irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os quais o público possa vir a ter contato direto; e
e) à aqüicultura e à atividade de pesca (CETESB, 2007).
Pode-se considerar que, em relação ao ambiente, a água levanta algumas preocupações essenciais, nomeadamente no que diz respeito à limitação dos recursos e às conseqüências dessa limitação para as atividades humanas, bem como à manutenção da qualidade da água perante as condições do aumento da procura. Outra preocupação resulta da relação direta que existe entre a saúde e a água, particularmente no que respeita às doenças associadas à insuficiência da água, quer qualitativa, quer quantitativa.
As doenças decorrentes da água são classificadas em doenças de origem hídrica (decorrente da presença de metais pesados, por exemplo) e de veiculação hídrica (gastroenterites, amebíases, hepatite, leptospirose, etc.). A poluição ambiental por microorganismos e por agentes tóxicos é uma realidade preocupante e crescente, e é causada pelo desrespeito aos bens naturais que se manifesta de diversas formas, como o lançamento direto ou indireto de despejos domésticos e agropecuários sem tratamento ou após tratamentos ineficazes; deposição inadequada desses resíduos, muitas vezes de maneira clandestinamente (MANUAL TÉCNICO PARA COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA, 2009).
Como em qualquer análise laboratorial, a coleta adequada das amostras é de fundamental importância para garantir representatividade, consequentemente, resultados confiáveis. É importante salientar que, devido às constantes alterações ambientais, não existem amostras iguais; dessa forma, o planejamento da coleta deve ser criterioso para fornecer quantidade de amostras suficiente para a realização de todos os testes requeridos.
Os procedimentos realizados para a coleta das amostras de águas dos 11 pontos deste projeto, utiliza como referências suplementares as seguintes Normas Brasileiras Registradas (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Standard Methods for Water and Wastewater, 21 ed.:
NBR 9896 – Glossário de poluição das águas - AGO 1993;
- NBR 9897 – Planejamento de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores – Jun 1987
- NBR 9898 – Preservação e técnicas de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores – Jun 1987
- NBR ISO/IEC 17025 – Requisitos gerais para competência de laboratório de ensaio e calibração – jan 2001;
- Standard Methods for Examination of Water and Wastewater, 21 ed. (2005).
Metodologia - Qualidade da água
Nas coletas semanais estão sendo analisados os parâmetros de qualidade de água, como: potencial hidrogeniônico (pH), oxigênio dissolvido (OD), temperatura e condutividade elétrica (CE), utilizando equipamentos portáteis efetuando as medições em campo e a metodologia indicada pelos fabricantes em seus manuais técnicos.
Monitoramento de Metais Pesados
Nas coletas semanais também são analisados quantitativamente as concentrações dos principais metais pesados encontrados nos banhos eletrolíticos usados nas empresas galvânicas: cádmio (Cd), chumbo (Pb), cobalto (Co), cobre (Cu), cromo (Cr), ferro (Fe), magnésio (Mg), manganês (Mn), níquel (Ni), prata (Ag) e zinco (Zn), utilizando equipamento de Espectroscopia de Absorção Atômica com Chama (VARIAN AA240) instalado no Laboratório de Química Inorgânica do ISCA Faculdades com metodologia indicada pelos fabricantes em seus manuais técnicos.
Os dados analisados são planilhados e comparados com a Resolução Nº. 357, de 17 de Março de 2005 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes.
Monitoramento de Metais Pesados
Nas coletas semanais também são analisados quantitativamente as concentrações dos principais metais pesados encontrados nos banhos eletrolíticos usados nas empresas galvânicas: cádmio (Cd), chumbo (Pb), cobalto (Co), cobre (Cu), cromo (Cr), ferro (Fe), magnésio (Mg), manganês (Mn), níquel (Ni), prata (Ag) e zinco (Zn), utilizando equipamento de Espectroscopia de Absorção Atômica com Chama (VARIAN AA240) instalado no Laboratório de Química Inorgânica do ISCA Faculdades com metodologia indicada pelos fabricantes em seus manuais técnicos.
Os dados analisados são planilhados e comparados com a Resolução Nº. 357, de 17 de Março de 2005 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes.
Metodologia - Estações Fluviométricas
Para o monitoramento hídrico da bacia utilizou-se as 09 Estações Fluviométricas instaladas, em projetos anteriores e distribuídas ao longo dos cursos d’água, de tal forma a permitir avaliar a evolução do fluxo da água. Cada estação foi implantada de acordo com a recomendação do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE).
Sub-Bacia Ribeirão Pinhal
PL – 001: Lagoas da CITROSUCO
PL – 002: Fazenda do Pinhal (Lim* 357)
PL – 003: Limeira/Artur Nogueira Km 7 (Lim 124)
PL – 004: Encontro com Tabajara (Lim 324)
PL – 005: Frades de Baixo (Lim 266)
DU – 002*: Encontro dos Ribeirões Tabajara e Pinhal
Sub-Bacia Ribeirão Tabajara
TA – 001: Próximo a Usina S. Jeron. (Lim.349)
TA – 002: Ponte SP 147 Km. 93.7 (Intervias)
TA – 003: Laranja Azeda
Sub-Bacia Ribeirão Pires
PS – 001: Pires de Cima (Igreja Evangélica Luterana)
DU – 001A*: Trevo da Unip (Ribeirão Pires)
DU – 002B*: Neopav (Ribeirão Pires)
* Pontos de coleta implantados durante o projeto.
Sub-Bacia Ribeirão Pinhal
PL – 001: Lagoas da CITROSUCO
PL – 002: Fazenda do Pinhal (Lim* 357)
PL – 003: Limeira/Artur Nogueira Km 7 (Lim 124)
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TA – 001: Próximo a Usina S. Jeron. (Lim.349)
TA – 002: Ponte SP 147 Km. 93.7 (Intervias)
TA – 003: Laranja Azeda
Sub-Bacia Ribeirão Pires
PS – 001: Pires de Cima (Igreja Evangélica Luterana)
DU – 001A*: Trevo da Unip (Ribeirão Pires)
DU – 002B*: Neopav (Ribeirão Pires)
* Pontos de coleta implantados durante o projeto.
Metodologia - Bacia Hidrográfica do Pinhal
Com o auxílio do levantamento aerofotogramétrico “Plano Cartográfico do Estado de São Paulo”, escala 1:10000, procedeu-se a delimitação da bacia hidrográfica na seção foz com o rio Jaguari. Como o ribeirão Pinhal recebe como afluentes o córrego Tabajara e mais a jusante do ribeirão Pires, procedeu-se a divisão da bacia em três sub-bacia: Tabajara, Pires e Pinhal, de forma a avaliar o comportamento hídrico em cada seção e verificar as condições e a qualidade da água, que periodicamente são utilizadas para captação de águas para a cidade de Limeira.
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Disponível em: http://www.jornaldelimeira.com.br/site/noticias_detalhes.php?ID_Categoria=2&ID_Noticia=18821
Química
10/06/2009 - 8:39
Disponível em: http://home.alie.br/sites/iscafaculdades/noticia.php?id=3319
Relatório aponta déficit e indica ações para Bacia do Pinhal
Disponível em: http://www.gazetadelimeira.com.br/Noticia.asp?ID=15140
Ribeirão dos Pires: erosão ameaça vegetação; sujeira atinge as águas
Autora: Cláudia Kojin
Disponível em: http://www.gazetadelimeira.com.br/Imprimir.asp?ID=20668
Ribeirão Pinhal será monitorado
07/03/2008 - 05:05
Autora: Renata Caram
Disponível em: http://www.jornaldelimeira.com.br/site/noticias_detalhes.php?ID_Categoria=4&ID_Noticia=20096
Uso da água repassará R$ 358 mil a Limeira
Disponível em: http://www.ministeriocesarsantos.org/noticias_detalhes.php?Codigo=2531
Banco de Dados
Bibligrafia Consultada
CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Qualidade das Águas Interiores no Estado de São Paulo. Legislações, Série Relatório, Anexo I. 2007.
CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Variáveis de qualidade das águas. Disponível em < http://www.cetesb.sp.gov.br/Agua/rios/variaveis.asp >. Acesso em 4 de Dezembro de 2009.
Resolução Nº. 274, de 29 de Novembro de 2000 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
Resolução Nº. 357, de 17 de Março de 2005 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
FAZZA, E. V. Avaliação da água e do sedimento das microbacias dos ribeirões Graminha e Águas da Serra na cidade de Limeira – SP. 2007. 166p. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas, Campinas – SP.
FERREIRA, M. A. L., Estudo de Riscos à Saúde do Trabalhador e ao Meio Ambiente na Produção de Jóias e Bijuterias em Limeira – SP. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – UNIMEP, Santa Bárbara do Oeste, 2005.
LICHT, O. A. B. Prospecção Geoquímica: Princípios, Técnicas e Métodos. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais CPRM - Serviço Geológico do Brasil, Rio de Janeiro. 1998. 236p.
GOMES, V., HOTZA, D., PICCOLI, R., OLIVEIRA, A. P. N., LABRINCHA, J. A., SEGADAES, A. M., Resíduos de Anodização de alumínio com matérias-primas para industria cerâmica, Revista Cerâmica Informação, Brasil, n. 23, p. 48, 2002.
HERAS, F. M., A evolução das fábricas de Fritas, Esmaltes e Corantes Cerâmicos e sua contribuição para o setor cerâmico, Revista Cerâmica Industrial, Brasil, v. 7, n.4, p.7, 2002.
MANUAL TÉCNICO PARA COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA. Florianópolis, SC.
Disponível em <http://www.mp.sc.gov.br/portal/site/conteudo/cao/cme/atividades/recursos_hidricos/manual_coleta_%C3%A1gua.pdf >. Acesso em 4 de Dezembro de 2009.
Projeto FEHIDRO 248/02: “Monitoramento Hidrológico: Correlação de Vazão de Estiagem/ Qualidade de Água”. Prefeitura Municipal de Limeira - Secretária da Agricultura, Abastecimento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, 2004.
YAMASHITA, D. M. 2004. Mobilidade de arsênio e metais pesados em solos do Vale do Ribeira, Iporanga, SP. 2004. 54p. Dissertação (Mestrado). Instituto de Geociências, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Qualidade das Águas Interiores no Estado de São Paulo. Legislações, Série Relatório, Anexo I. 2007.
CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Variáveis de qualidade das águas. Disponível em < http://www.cetesb.sp.gov.br/Agua/rios/variaveis.asp >. Acesso em 4 de Dezembro de 2009.
Resolução Nº. 274, de 29 de Novembro de 2000 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
Resolução Nº. 357, de 17 de Março de 2005 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
FAZZA, E. V. Avaliação da água e do sedimento das microbacias dos ribeirões Graminha e Águas da Serra na cidade de Limeira – SP. 2007. 166p. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas, Campinas – SP.
FERREIRA, M. A. L., Estudo de Riscos à Saúde do Trabalhador e ao Meio Ambiente na Produção de Jóias e Bijuterias em Limeira – SP. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – UNIMEP, Santa Bárbara do Oeste, 2005.
LICHT, O. A. B. Prospecção Geoquímica: Princípios, Técnicas e Métodos. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais CPRM - Serviço Geológico do Brasil, Rio de Janeiro. 1998. 236p.
GOMES, V., HOTZA, D., PICCOLI, R., OLIVEIRA, A. P. N., LABRINCHA, J. A., SEGADAES, A. M., Resíduos de Anodização de alumínio com matérias-primas para industria cerâmica, Revista Cerâmica Informação, Brasil, n. 23, p. 48, 2002.
HERAS, F. M., A evolução das fábricas de Fritas, Esmaltes e Corantes Cerâmicos e sua contribuição para o setor cerâmico, Revista Cerâmica Industrial, Brasil, v. 7, n.4, p.7, 2002.
MANUAL TÉCNICO PARA COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA. Florianópolis, SC.
Disponível em <http://www.mp.sc.gov.br/portal/site/conteudo/cao/cme/atividades/recursos_hidricos/manual_coleta_%C3%A1gua.pdf >. Acesso em 4 de Dezembro de 2009.
Projeto FEHIDRO 248/02: “Monitoramento Hidrológico: Correlação de Vazão de Estiagem/ Qualidade de Água”. Prefeitura Municipal de Limeira - Secretária da Agricultura, Abastecimento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, 2004.
YAMASHITA, D. M. 2004. Mobilidade de arsênio e metais pesados em solos do Vale do Ribeira, Iporanga, SP. 2004. 54p. Dissertação (Mestrado). Instituto de Geociências, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
Legislação
Resolução Nº. 357, de 17 de Março de 2005 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente)
Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências.
Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências.
Introdução
A cidade de Limeira apresenta 280 mil habitantes sendo 270 mil na área urbana e 10 mil na área rural. A captação da água é feita no Rio Jaguari ou Ribeirão Pinhal, são mananciais com boas condições de uso, conforme classificação da CETESB e com baixo nível de poluentes, por enquadrarem-se como Classe II.
O rio Jaguari, pertence à bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, sua população triplicou nos últimos 30 anos, ocasionando um aumento na demanda pela quantidade de água, e, consequentemente a manutenção da qualidade deste recurso. (obs.: avaliar, pois demanda é relacionada à quantidade, sendo a qualidade uma conseqüência indireta). Com o crescimento da região torna-se iminente o conflito pelo uso dos recursos hídricos, sendo indispensáveis ações para gerenciamento eficaz do mesmo e sendo Limeira o último município a captar as águas do rio Jaguari sofrendo a influência dos municípios a jusante.
Já a bacia hidrográfica do Ribeirão do Pinhal, afluente da margem direita do Rio Jaguari, manancial com água de boa qualidade e com nascentes praticamente localizadas na zona rural do município de Limeira, tem área de influência de 304,23 Km2 e aproximadamente 80% desta situada no município, por ser um manancial de captação e abastecimento para Limeira, é de importância fundamental para a perenidade da qualidade e quantidade da água tratada na cidade.
Esta área foi decretada Zona de Proteção de Manancial (ZPM) pelo Decreto de Lei Complementar nº. 214/99 da Prefeitura Municipal de Limeira, com o objetivo de proteger esse manancial e preservar a qualidade das águas para o futuro.
O Ribeirão do Pinhal nasce na divisa de Araras com Limeira, formado pelos Ribeirões Barreiro, Tabajara e Pires, após a sua formação ele passa pelo Bairro do Pinhal e Tem sua foz no Rio Jaguari na estação de Captação do município de Limeira, possui praticamente quase toda a totalidade de sua área localizada dentro do município, e portanto faz com que a cidade não tenha rodízios em seu abastecimento como as demais cidades circunvizinhas.
O Ribeirão do Pinhal, com base em dados de análises existentes até o momento, ainda não está poluído, contudo, o desenvolvimento da cidade, a ocupação inadequada e a urbanização das cabeceiras dos mananciais poderão comprometer o futuro da água de Limeira.
Limeira se apresenta como uma cidade que possui um parque industrial bastante diversificado, com aproximadamente 1000 indústrias, sendo seis delas, de grande porte, conhecidas internacionalmente. A produção industrial é bastante variada: sistemas de freios, rodas, sistemas de exaustão de gases automotivos, produtos metalúrgicos, máquinas para beneficiamento de produtos agrícolas, papel, papelão, cartolina, embalagens, feltros industriais, chapéus e etc. Na área alimentícia se destaca pela produção de sucos cítricos e glutamato monossódico.
Possui um arranjo produtivo local (APL) no setor de jóias folheadas, sendo destacadamente, um centro manufatureiro de bijuterias folheadas e semi-jóias do país, com mais de 400 indústrias de pequeno, médio e grande porte e um grande número de unidades informais processadoras e acabadoras desses produtos, essas empresas geram aproximadamente 45 mil empregos diretos e indiretos.
Das 400 empresas de grande, médio e pequeno porte que atuam em Limeira no segmento de folheados, grande parte delas tem contratos comerciais em todas as regiões brasileiras, além da América Latina e países como Arábia Saudita, Estados Unidos, Canadá, África do Sul e Alemanha, ainda de acordo com Associação Limeirense de Jóias (ALJ) a cidade é responsável por 50% das exportações brasileiras de jóias folheadas.
Segundo pesquisa realizada pelo sistema Fiesp/Ciesp (Fundação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), o mercado de bijuterias no Brasil movimenta cerca de R$ 940 milhões ao ano. Desse total, o setor de jóias folheadas representa 66%, movimentando, aproximadamente, R$ 620 milhões no país.
A concentração de empresas deste setor na cidade se deve às ações praticadas para aquecer o setor, mas devido a isto, problemas tendem a multiplicar-se. Segundo Adilson Rossini, gerente da Agência Ambiental de Limeira, “Um grande problema que estamos enfrentando na indústria de bijuterias de Limeira é a clandestinidade. Até pouco tempo, a principal atividade clandestina do setor era a montagem de bijuterias em pequenas residências e fundos de quintais, o que não provoca sérios riscos ambientais. Mas infelizmente a clandestinidade passou a acontecer com pequenas empresas de banhos químicos de galvanoplastia, que se instalam em pequenas áreas e são totalmente irregulares, com o agravante de trabalharem e armazenarem produtos químicos perigosos como sais de cianeto, ácidos nítrico e sulfúrico, além de lançarem efluentes líquidos sem tratamento nas redes de esgotos. É importante frisar, que a questão ambiental é apenas uma pequena causa da clandestinidade. As causas mais importantes são: sonegação de impostos, falta de registros de funcionários, não pagamento de encargos sociais, não regularizações de autorizações de uso de produtos químicos pelo Ministério do Exército, e Polícias Federal e Civil. Em resumo, uma pequena indústria que não é regularizada pode prestar serviços de galvanoplastia de bijuterias por um preço muito mais competitivo, pois deixa de ter todos esses custos computados.”
Para tentar controlar este problema a CETESB, órgão do governo do estado de São Paulo, continuamente fiscaliza as empresas com o objetivo de verificar como são descartados esses resíduos. Para ser regularizada, toda empresa necessita de um CADRI (Certificado de Aprovação da Destinação de Resíduos Industriais), esse obtido na CETESB, que visa à aprovação do encaminhamento desses resíduos a locais de reprocessamento, armazenamento ou tratamento. Esse certificado só é emitido se a empresa que fará o transporte e tratamento desse resíduo for certificada pela CETESB.
Desde o ano passado, o Ministério Público, através da Promotoria do Meio Ambiente, a Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (CETESB), Águas de Limeira, Secretaria de Meio Ambiente, Departamento Tributário da Prefeitura, Pelotão Ambiental e Polícia Civil, vem desenvolvendo ações conjuntas, com o objetivo de desmantelarem inúmeras fábricas de jóias clandestinas na cidade e, portanto, o Instituto Superior de Ciências Aplicadas (ISCA Faculdades), através do Instituto Pró Cidadania e Meio Ambiente em parceria com os Cursos de Bacharelado em Química e Engenharia Ambiental, propõe este projeto, pois além da preocupação com a qualidade da água captada para o abastecimento público, poderá auxiliar e agilizar o trabalho de controle e de descarte clandestino das indústrias de galvanoplastia.
Portanto, o controle e a quantificação de metais pesados existentes nestas bacias hidrográficas, fazem-se extremamente importante para a saúde da população limeirense e de toda a região.
O rio Jaguari, pertence à bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, sua população triplicou nos últimos 30 anos, ocasionando um aumento na demanda pela quantidade de água, e, consequentemente a manutenção da qualidade deste recurso. (obs.: avaliar, pois demanda é relacionada à quantidade, sendo a qualidade uma conseqüência indireta). Com o crescimento da região torna-se iminente o conflito pelo uso dos recursos hídricos, sendo indispensáveis ações para gerenciamento eficaz do mesmo e sendo Limeira o último município a captar as águas do rio Jaguari sofrendo a influência dos municípios a jusante.
Já a bacia hidrográfica do Ribeirão do Pinhal, afluente da margem direita do Rio Jaguari, manancial com água de boa qualidade e com nascentes praticamente localizadas na zona rural do município de Limeira, tem área de influência de 304,23 Km2 e aproximadamente 80% desta situada no município, por ser um manancial de captação e abastecimento para Limeira, é de importância fundamental para a perenidade da qualidade e quantidade da água tratada na cidade.
Esta área foi decretada Zona de Proteção de Manancial (ZPM) pelo Decreto de Lei Complementar nº. 214/99 da Prefeitura Municipal de Limeira, com o objetivo de proteger esse manancial e preservar a qualidade das águas para o futuro.
O Ribeirão do Pinhal nasce na divisa de Araras com Limeira, formado pelos Ribeirões Barreiro, Tabajara e Pires, após a sua formação ele passa pelo Bairro do Pinhal e Tem sua foz no Rio Jaguari na estação de Captação do município de Limeira, possui praticamente quase toda a totalidade de sua área localizada dentro do município, e portanto faz com que a cidade não tenha rodízios em seu abastecimento como as demais cidades circunvizinhas.
O Ribeirão do Pinhal, com base em dados de análises existentes até o momento, ainda não está poluído, contudo, o desenvolvimento da cidade, a ocupação inadequada e a urbanização das cabeceiras dos mananciais poderão comprometer o futuro da água de Limeira.
Limeira se apresenta como uma cidade que possui um parque industrial bastante diversificado, com aproximadamente 1000 indústrias, sendo seis delas, de grande porte, conhecidas internacionalmente. A produção industrial é bastante variada: sistemas de freios, rodas, sistemas de exaustão de gases automotivos, produtos metalúrgicos, máquinas para beneficiamento de produtos agrícolas, papel, papelão, cartolina, embalagens, feltros industriais, chapéus e etc. Na área alimentícia se destaca pela produção de sucos cítricos e glutamato monossódico.
Possui um arranjo produtivo local (APL) no setor de jóias folheadas, sendo destacadamente, um centro manufatureiro de bijuterias folheadas e semi-jóias do país, com mais de 400 indústrias de pequeno, médio e grande porte e um grande número de unidades informais processadoras e acabadoras desses produtos, essas empresas geram aproximadamente 45 mil empregos diretos e indiretos.
Das 400 empresas de grande, médio e pequeno porte que atuam em Limeira no segmento de folheados, grande parte delas tem contratos comerciais em todas as regiões brasileiras, além da América Latina e países como Arábia Saudita, Estados Unidos, Canadá, África do Sul e Alemanha, ainda de acordo com Associação Limeirense de Jóias (ALJ) a cidade é responsável por 50% das exportações brasileiras de jóias folheadas.
Segundo pesquisa realizada pelo sistema Fiesp/Ciesp (Fundação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), o mercado de bijuterias no Brasil movimenta cerca de R$ 940 milhões ao ano. Desse total, o setor de jóias folheadas representa 66%, movimentando, aproximadamente, R$ 620 milhões no país.
A concentração de empresas deste setor na cidade se deve às ações praticadas para aquecer o setor, mas devido a isto, problemas tendem a multiplicar-se. Segundo Adilson Rossini, gerente da Agência Ambiental de Limeira, “Um grande problema que estamos enfrentando na indústria de bijuterias de Limeira é a clandestinidade. Até pouco tempo, a principal atividade clandestina do setor era a montagem de bijuterias em pequenas residências e fundos de quintais, o que não provoca sérios riscos ambientais. Mas infelizmente a clandestinidade passou a acontecer com pequenas empresas de banhos químicos de galvanoplastia, que se instalam em pequenas áreas e são totalmente irregulares, com o agravante de trabalharem e armazenarem produtos químicos perigosos como sais de cianeto, ácidos nítrico e sulfúrico, além de lançarem efluentes líquidos sem tratamento nas redes de esgotos. É importante frisar, que a questão ambiental é apenas uma pequena causa da clandestinidade. As causas mais importantes são: sonegação de impostos, falta de registros de funcionários, não pagamento de encargos sociais, não regularizações de autorizações de uso de produtos químicos pelo Ministério do Exército, e Polícias Federal e Civil. Em resumo, uma pequena indústria que não é regularizada pode prestar serviços de galvanoplastia de bijuterias por um preço muito mais competitivo, pois deixa de ter todos esses custos computados.”
Para tentar controlar este problema a CETESB, órgão do governo do estado de São Paulo, continuamente fiscaliza as empresas com o objetivo de verificar como são descartados esses resíduos. Para ser regularizada, toda empresa necessita de um CADRI (Certificado de Aprovação da Destinação de Resíduos Industriais), esse obtido na CETESB, que visa à aprovação do encaminhamento desses resíduos a locais de reprocessamento, armazenamento ou tratamento. Esse certificado só é emitido se a empresa que fará o transporte e tratamento desse resíduo for certificada pela CETESB.
Desde o ano passado, o Ministério Público, através da Promotoria do Meio Ambiente, a Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (CETESB), Águas de Limeira, Secretaria de Meio Ambiente, Departamento Tributário da Prefeitura, Pelotão Ambiental e Polícia Civil, vem desenvolvendo ações conjuntas, com o objetivo de desmantelarem inúmeras fábricas de jóias clandestinas na cidade e, portanto, o Instituto Superior de Ciências Aplicadas (ISCA Faculdades), através do Instituto Pró Cidadania e Meio Ambiente em parceria com os Cursos de Bacharelado em Química e Engenharia Ambiental, propõe este projeto, pois além da preocupação com a qualidade da água captada para o abastecimento público, poderá auxiliar e agilizar o trabalho de controle e de descarte clandestino das indústrias de galvanoplastia.
Portanto, o controle e a quantificação de metais pesados existentes nestas bacias hidrográficas, fazem-se extremamente importante para a saúde da população limeirense e de toda a região.
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